Milão é uma cidade incrível no norte da Itália, capital da região da Lombardia. E há muito mais o que fazer em Milão para além de somente a Duomo. A incrível Catedral é imperdível, mas não deixe de explorar o resto.
Se você está planejando uma viagem para lá, este post vai te ajudar. Confira como foi o meu roteiro de 3 dias e meio em Milão, incluindo um passeio bate e volta para o Lago Como. Também dou dicas de alguns locais que fizeram de fora do meu roteiro (mas valem a pena, se você tiver mais tempo). Assim como mais passeios a partir de Milão.
Confira também todas as dicas nos vídeos do Arruma Essa Mala 👇
Onde fica Milão
Milão é uma cidade italiana localizada na região norte do país. É a capital da região da Lombardia. Além disso, fica relativamente próxima da Suíça. A partir da capital Roma, são 580km.
Melhor época para visitar Milão
Milão é uma cidade que pode ser visitada o ano inteiro. O que muda, claro, são os seus objetivos de viagem.
No inverno, por exemplo, a cidade registra temperaturas negativas e pode até nevar. Além disso, é um bom ponto de partida para quem quer explorar os centros de esqui das proximidades. Não à toa os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 foram em Milão, né? hehe
Já no verão faz bastante calor e a quantidade de luz solar diária é maior. Ou seja, é ótimo para os passeios ao ar livre.
Porém, julho e agosto são altíssima temporada, já que corresponde às férias escolares. Tudo fica mais lotado e mais caro.
Eu, particularmente, prefiro as estações intermediárias. Viajando na primavera ou no outono você consegue boas temperaturas, menos turistas e valores um pouco mais baixos.

Onde ficar em Milão
O melhor lugar para se hospedar em Milão vai depender de como será o seu roteiro. E, claro, também do seu orçamento.
A melhor localização para um roteiro curto é certamente no centro mesmo, nos arredores da Duomo. Porém, essa é também a região mais cara.
Os bairros de Brera e Navigli ficam relativamente próximos do Centro, a poucas estações de metrô. E têm a vantagem do movimento noturno (especialmente Navigli, o bairro boêmio).
Porta Garibaldi, por sua vez, é uma região mais moderninha de Milão. É possível se deslocar facilmente até o Centro, Navigli e até à estação Central de Milão usando o metrô. À noite, a região do Corso Como tem boas opções de restaurantes e bares.
Já os arredores da Estação Central de Milão vale a pena se você vai transitar bastante de trem. Não é a região mais bonita, definitivamente. Mas tem a vantagem de fácil locomoção para todos os locais. Foi onde eu me hospedei.
Hotéis no Centro de Milão (região da Duomo)
Essa é a melhor região onde ficar em Milão se você tem pouco tempo da cidade. Isso porque todos os principais atrativos estão ali, então você consegue fazer tudo a pé. Porém, como já dito, essa é a área mais cara de todas.
Sugestões de hotéis para se hospedar no Centro:
- iH Hotels Milano Ambasciatori
- Hotel Spadari Al Duomo
- B&B Hotel Smarthotel Duomo
- Hotel Gran Duca Di York
Hotéis em Brera
Brera fica pertinho do Centro, cerca de 1km ao norte. Ou seja, ótimo para deslocamentos a pé. Também têm vários atrativos culturais (como a Pinacoteca), centros comerciais e movimento noturno.
Sugestões de hotéis para se hospedar em Brera:
Hotéis em Navigli
Navigli é o bairro boêmio de Milão. Se você curte um movimento de fim de tarde e um bom local para curtir um drink, essa é a sua região. A desvantagem é ser o ponto mais longe dessa lista dos locais turísticos tradicionais. Mas há metrô que você pode usar.
Sugestões de hotéis para se hospedar em Navigli:
- 21 House of Stories Navigli
- Hotel Milano Navigli
- Easy Milano – Rooms and Apartments Navigli
- Aethos Hotel Milan
- Art Hotel Navigli
Hotéis em Porta Garibaldi
Porta Garibaldi, por sua vez, é a região moderninha de Milão, com vários prédios altos. Inclusive, o maior arranha-céu da Itália fica aí, o Unicredit Tower, com altura de 231 metros. Alguns dos principais hotéis de rede ficam em Porta Garibaldi.
Sugestões de hotéis para se hospedar em Porta Garibaldi:
- Holiday Inn Milan Garibaldi Station by IHG
- AC Hotel Milano by Marriott
- Hilton Milan
- INNSiDE by Meliá Milano Torre GalFa
- Windsor Hotel Milano
Hotéis na Estação Central de Milão
A Estação Central de Milão definitivamente não é a melhor região da cidade. E a depender do ponto, pode até não ser muito seguro. Mas os preços são mais em conta, e pode ser útil se você for usar bastante o trem (era o meu caso). De maneira geral, achei bem tranquilo se hospedar na região.
Sugestões de hotéis para se hospedar na Estação Central de Milão:
- B&B Hotel Milano Aosta
- iQ Hotel Milano
- B&B Hotel Milano Central Station
- Smart Hotel Central
- Best Western Madison Hotel
Aeroporto de Milão: como chegar no centro
O principal aeroporto de Milão é o Aeroporto de Milão-Malpensa (MXP). Ele fica a 52km de distância do centro da cidade. Todos os voos internacionais fora da Europa chegam em Malpensa.
Porém, se você já está na Europa e vai para Milão, pode ser que seu voo seja para o Aeroporto de Linate (LIN), que fica a apenas 9km do Centro de Milão.
Outra alternativa é o Aeroporto de Bérgamo (BGY), uma cidade vizinha a Milão. A distância é basicamente a mesma do Malpensa: 51km. Nesse caso, assim como o de Linate, é para voos de quem já está na Europa. Se você vai sair do Brasil, certamente chegará em Malpensa.
Dito isso, para sair do Aeroporto de Milão-Malpensa (MXP) o mais indicado é utilizar transporte público. A menos que você tenha muito dinheiro para gastar, visto que um táxi/Uber vai custar entre € 110 e € 150, facilmente.
O Malpensa Express é a linha de trem que conecta o aeroporto a Estação Central. Custa € 13 por trecho (valor março/2026). É a melhor opção para quem precisa transitar no horário de rush, já que o trânsito em Milão é FORTE.
Os ônibus, por sua vez, são mais baratos. E são extremamente convenientes para o caso do trem/metrô entrar em greve (aconteceu na minha viagem, hehe). Eu fui com a empresa Terravision, que custa € 10 por trecho (valor março/2026). Já a Autostradale está com valor promocional de € 4,99 por trecho (valor março/2026).
O que fazer em Milão: principais pontos turísticos
Há muito o que fazer em Milão. Diferentemente do que muitos pensam e afirmam: a cidade não é só a Duomo e a Galeria Vittorio Emanuele. Há opções para quem gosta de moda, para quem gosta de história, para quem gosta de cultura. E, claro, também para quem curte um bom drink no meio da muvuca.
Dito isso, quando planejar o que fazer em Milão, considere os principais pontos turísticos:
- Duomo di Milano, a Catedral de Milão
- Galeria Vittorio Emanuele II
- Castello Sforzesco
- Parque Sempione
- Quadrilatero della Moda
- Igreja Santa Maria della Grazie, onde fica “A Última Ceia”
- Biblioteca Ambrosiana
- Pinacoteca de Brera
- Navigli, o canal e bons drinks
Esses são os locais que julgo imperdíveis de se conhecer em Milão. Mas, claro, tudo depende dos seus gostos pessoais. No próximo tópico vou te contar como foi o meu roteiro de 3 dias em Milão e explicar mais sobre cada uma das atrações.
O que fazer em Milão: meu roteiro de 3 dias
Eu passei 3 dias e meio em Milão, sendo que, em um desses dias, eu fiz um passeio para o Lago Como e para Lugano, na Suíça.
Vou indicar neste tópico tudo o que visitei na cidade de Milão em si. E, no tópico a seguir, vou esmiuçar como foi esse passeio para Como e Lugano. Assim como outras sugestões, combinado?
Piazza del Duomo e Catedral de Milão
Eu recomendo começar o passeio por Milão justamente no lugar mais icônico e incrível da cidade, a Piazza del Duomo. É onde fica a Catedral (Duomo di Milano) e alguns outros prédios.
Ela tem 157 metros de comprimento e 109 metros de largura. Além disso, o interior tem cinco naves com altura de 45 metros, divididas por 40 pilares. A construção começou em 1386 e só foi finalizada em 1813.
Curiosidade: Napoleão Bonaparte foi coroado “Rei da Itália” na Duomo.
Existem diferentes tipos de ingresso. Dá pra entrar só na igreja, só no terraço, na igreja E no terraço. Dá para ir no museu. Subir no terraço de elevador ou a pé. E ainda contratar um áudio guia. Tudo isso influi no preço, claro.
Os preços variam de € 10 a € 39. Você pode comprar o acesso Igreja + Terraço + Museu AQUI. Já o ingresso APENAS para o terraço, seja de escada ou de elevador, você pode comprar POR AQUI.
Também é possível comprar o ingresso na hora, mas há risco de algumas modalidades esgotarem. Especialmente se você quiser subir de elevador, por exemplo. Fora o tempo que você vai perder na fila.
Eu recomendo fazer o passeio completo. É imperdível e vale muito a pena. Para isso, dedique um turno inteiro para a Catedral e a praça. Se tiver uns euros sobrando para um investimento a mais, o áudio guia conta curiosidades bem interessantes.




Galeria Vittorio Emanuelle II
Encerrado o passeio pela Duomo di Milano, vá visitar a Galeria Vittorio Emanuelle II, que conecta a Piazza del Duomo e a Piazza della Scala.
Trata-se da galeria comercial ativa mais antiga da Itália, projetada em 1861 e concluída em 1877. No interior, há várias lojas de grife. Além de alguns estabelecimentos comerciais mais antigos de Milão, como o Biffi Caffè (fundado em 1867 por Paolo Biffi) e a chapelaria Borsalino (de 1883, especializada em chapéus de luxo).
O grande diferencial é a arquitetura da galeria, cujo telhado em arco é de vidro e ferro fundido.
Já bem no centro ficam quatro mosaicos retratando o brasão de quatro capitais do Reino da Itália: Turim, Florença, Roma e Milão. O de Turim é bem fácil de identificar porque é o que está gasto. Tem um touro nesse brasão e, reza a lenda de que, se a pessoa girar três vezes com o calcanhar nos testículos do touro, isso a trará boa sorte. Então sempre tem gente girando no local.

Teatro Alla Scala
Cruzando a galeria, você chegará na Piazza della Scala, onde fica o famoso Teatro Alla Scala. Além disso, no centro da praça, há um monumento em homenagem a Leonardo da Vinci.
O teatro foi inaugurado em 3 de agosto de 1778 e é uma das principais casas de ópera da Itália e da Europa. É possível fazer uma visita guiada no interior ao custo de € 30. Ou € 12 para ver o interior sozinho.
Com relação aos espetáculos, os preços são totalmente variáveis. Dá pra ver na galeria a € 10, por exemplo, ou na plateia zona 1 por € 250.

Pinacoteca di Brera
Se você busca arte e cultura em o que fazer em Milão, então você precisa visitar a Pinacoteca di Brera. Trata-se de uma das mais importantes galerias de arte do mundo.
O destaque é para as obras do Renascimento italiano, como “O Casamento da Virgem”, de Rafael, e “Ceia em Emaús”, de Caravaggio. São cerca de 400 pinturas e esculturas expostas.
Curiosidade: foi a mando de Napoleão Bonaparte que a Pinacoteca passou a se tornar o que é hoje. Ele achou que seria um bom lugar para reunir as obras confiscadas durante suas conquistas de território italiano.
O ingresso custa € 20 (valor março/2026). Você também pode comprar antecipado AQUI.

Castello Sforzesco
Na sequência, vá caminhando pela Via Dante, que é uma rua cheia de restaurantes e lojas, até chegar no Castello Sforzesco. Esse local foi residência dos duques de Milão e construído no século XV. Quatro séculos mais tarde, foi transformado no que é hoje: um parque público e um complexo de museus.
O ingresso, no entanto, é único para todas as áreas. Que incluem Pinacoteca, Arte Antiga, Pré-histórica, Egípcio, Instrumentos Musicais, Biblioteca, Mobiliário, etc. E custa € 5 (valor março/2026).
Além disso, toda primeira e toda terceira terça-feira do mês, a partir das 14h, a entrada é gratuita para todos os visitantes. Assim como no primeiro domingo do mês – aí é o dia inteiro!
Eu tive a sorte de estar lá na primeira terça-feira do mês e entrei de graça.


Parque Sempione
Cruzando o Castello Sforzesco se chega no Parque Sempione, que é um dos maiores e principais parques públicos de Milão. No interior, há alguns atrativos, como a Torre Branca (que é um mirante), o Aquário, a Biblioteca e um museu dedicado ao Design Italiano.
Também há o Arco della Pace, que é bem parecido com o Arco de Triunfo, de Paris, e com um adorno no topo que parece o Portão de Brandemburgo, de Berlim.
Ele foi construído durante o Período Napoleônico, mas só foi finalizado quando os austríacos retomaram a área, em 1838.
Muitas das decorações do Arco della Pace são dedicadas a grandes eventos na história da Itália e da Europa, como a Batalha de Leipzig, a fundação do Reino da Lombardia-Veneza e o Congresso de Viena.

Quadrilatero della Moda
Para encerrar o dia, caminhei pelo Quadrilatero della Moda, que é uma região com muitas lojas de luxo. Tom Ford, Chanel, Jimmy Choo, Burberry, Rimowa, Cartier, Ferragamo, Stella Mc Cartney… ih, tem todas!
Eu, como não tenho dinheiro o suficiente para adquirir esses produtos hehe, fui só para conhecer mesmo.
Se vocês buscarem por esse termo no Google Maps aparece certinho a delimitação das 4 ruas que formam o “quadrado”. E daí todas as ruas internas desse “quadrado” também fazem parte dessa região da moda em Milão.


Igreja Santa Maria delle Grazie
Ao planejar o que fazer em Milão, não deixei de visitar a Igreja Santa Maria delle Grazie. É lá que fica “A Última Ceia”, do Leonardo da Vinci. Não se trata de uma pintura em quadro. E, sim, na parede do refeitório de um antigo convento.
Além de não ser um quadro tradicional, Leonardo da Vinci utilizou uma técnica de pintura diferente para essa obra. Infelizmente, essa técnica não a preservou muito bem ao longo de todos esses anos.
Sendo assim, existe um controle rigoroso para a visitação. É tudo escuro, só é permitido ficar por 15 minutos dentro da sala e há número máximo de pessoas por vez.
Além disso, você pode visitar comprando ingresso individualmente (custa € 15). Mas é extremamente concorrido e esgota MUITO rápido. Se quiser tentar a sorte, o site é esse aqui.

Os ingressos liberam para serem comprados de 3 em 3 meses. E sempre pra um mês pra frente. Exemplo: em dezembro, iniciaram vendas de fevereiro a abril.
Quando eu precisei comprar (pra novembro), abriu em setembro. Eu entrei no site 2h depois de terem iniciado as vendas, e não tinha mais vaga para nenhum dos três meses – novembro, dezembro e janeiro.
Dito isso, a solução é comprar um tour guiado com agência de turismo. O preço é bem mais caro. Mas se é algo que te interessa, vale a pena. Eu achei IMPRESSIONANTE. O tour que fiz foi esse aqui! E foi assim que comecei meu segundo dia em Milão.

Museu de Ciência e Tecnologia Leonardo da Vinci
Seguindo a temática “Leonardo da Vinci” de o que fazer em Milão, você pode conhecer o Museu de Ciência de Tecnologia. Ele é bem interessante para quem, claro, se interessa pelo tema. E é o maior museu desse tipo de toda a Itália.
Além disso, se você viaja com criança ou adolescente, pode ser um bom passeio. Visto que o museu é todo interativo.
O museu é dividido em 7 setores diferentes, desde comunicação a transporte e energia. Uma das áreas é dedicada unicamente a Leonardo da Vinci e suas invenções.
O ingresso custa € 13 por pessoa (valor março/2026). Crianças até 3 anos não pagam, e jovens até 26 anos pagam € 8. Você pode comprar AQUI!


Igreja San Maurizio al Monastero Maggiore
Siga caminhando até a Igreja San Maurizio e entre, você não vai se arrepender. O exterior dessa igreja é super simples e pode passar desapercebida. Mas foi um dos locais mais lindos que vi em o que fazer em Milão.
O interior tem pinturas em todas as paredes. Parece um museu de arte sacra.
Além disso, a entrada é gratuita!
Do lado fica o antigo mosteiro Maggiore, que hoje funciona como Museu Cívico Arqueológico. Aí para esse museu, se você quiser visitar, o custo é de € 5.

Biblioteca Ambrosiana e Cripta di San Sepolcro
A construção da Biblioteca Ambrosiana iniciou no início do século XVII, a partir do cardeal Federico Borromeo. Em 1618, ele doou sua coleção particular, que incluía obras de Caravaggio, Leonardo da Vinci, Ticiano, etc, sendo o núcleo original do museu. Hoje, a Pinacoteca tem 24 salas e cerca de 300 obras de arte expostas.
A Igreja de San Sepolcro, por sua vez, fica ao lado da Biblioteca Ambrosiana e foi construída originalmente em 1030 no antigo fórum romano. E na cripta existem vestígios desse fórum, do século IV. Sendo assim, uma das áreas arqueológicas para o que fazer em Milão.
O ingresso para visitar apenas a Biblioteca e Pinacoteca custa € 17 (valor março/2026). Já o combinado com a Cripta di San Sepolcro fica a € 20. Se quiser, você pode comprar o ingresso antecipado AQUI.

Basílica di Sant’Ambrogio
Cerca de 1km de distância fica outra igreja de entrada gratuita, a Basílica de Santo Ambrósio. O interior é bem mais simples do que outras que existem em Milão. Mas o grande diferencial é que ela é romana, do século IV. Sendo assim, a arquitetura é bem diferente.
A Basílica foi encomendada por Santo Ambrósio entre 379 e 386. Depois, o edifício passou por várias restaurações e reconstruções parciais, assumindo a aparência atual no século XII, quando foi reconstruído no estilo românico.


Navigli
Para encerrar o dia, nada melhor do que curtir um bom aperol spritz ao pôr do sol! Navigli é um dos locais que você não pode deixar de fora da sua lista de o que fazer em Milão.
O Navigli Grande é o canal principal do bairro. E é ao redor dele que se concentram os bares e restaurantes, um ao lado do outro. Aproveite para escolher o seu preferido para um drink + petiscos.
Especialmente no verão, a região fica LOTADA. Já nos meses mais frios, o povo fica mais comedido, visto que a maior parte dos locais é para sentar na rua. Mas a experiência é válida em qualquer época do ano.

Outra atividade é fazer um passeio de barco pelo canal. Caso você tenha uns euros sobrando no seu orçamento, acho que vale a pena. Dá pra fazer o passeio “normal” ou com drink + aperitivo incluso. Você pode reservar abaixo!
Porta Garibaldi
Por fim, meu último dia em Milão (que foi só um meio dia, hehe) foi dedicado a explorar a parte moderninha da cidade, que fica ao redor da Porta Garibaldi. Trata-se de um arco neoclássico construído para comemorar a visita de Francisco I da Áustria em 1825. E, depois, reconstruído para homenagear Giuseppe Garibaldi em 1860.
A Corso Como é uma rua fechada ao trânsito de carros, com vários restaurantes, lojas, cafés e baladas. O movimento maior é à noite. Indo de manhã (como eu fui), muita coisa estará fechada.
Ao redor da Piazza Gae Aulenti ficam alguns dos prédios mais altos de Milão e de toda a Itália. O maior deles é o Unicredit Tower, com 231 metros de altura.
Nas proximidades tem ainda o Bosco Verticale, um complexo residencial que se destaca por ser totalmente recoberto de plantas. Vale ver por curiosidade arquitetônica mesmo.


O que fazer em Milão: passeios bate e volta
Milão tem uma localização estratégica no norte da Itália. Além disso, conta com uma malha ferroviária excelente. Por isso, há muitos passeios que podem ser feitos no estilo bate e volta a partir de Milão.
Eu fiz um tour para Lugano, na Suíça, e pelo Lago Como, na Itália mesmo. O ponto alto do passeio foi definitivamente o passeio de barco pelo Lago Como – que é belíssimo demais. E a parada na cidadezinha de Bellagio, que é uma graça. O tour também incluiu uma parada na cidade de Como.
Eu achei que valeu super a pena. Se você quiser fazer o mesmo, pode reservar por esse link!
Um passeio que é um SONHO, especialmente no inverno, é ir de trem para St. Moritz, na Suíça.
Também é possível fazer um day tour a Veneza (embora ache que valha a pena dormir pelo menos uma noite por lá). Assim como Verona e o Lago di Garda (se puder, durma uma noite lá).
Eu conheci Bréscia e Bérgamo antes de ir para Milão. Mas ambas as cidades ficam a menos de 1h de distância e dá pra conhecer tudo em um dia só. Ou seja, excelente para um bate e volta.
O que fazer em Milão: os preferidos dos turistas
Confira a lista dos principais passeios para se fazer a partir de Milão:
- Excursão ao lago de Como, Lugano e Bellagio
- Excursão ao lago de Garda e Verona
- Alpes Suíços e St. Moritz de trem
- Excursão a Veneza
Bréscia e Bérgamo, por serem cidades próximas e não envolverem trem especial ou passeio de barco, você consegue visitar por conta própria. Basta comprar um bilhete de trem (recomendo a Omio) e ir até a Estação Central de Milão. Tanto em Bréscia, quanto em Bérgamo, você consegue fazer tudo a pé.
Veja as dicas nos vídeos abaixo:
Quantos dias precisa para conhecer Milão
Muita gente diz que Milão é sem graça e não tem nada para se fazer além da Duomo. Eu claramente discordo. Achei uma cidade incrível e super bonita.
Dito isso, claro, tudo vai depender dos seus gostos pessoais.
Eu diria que, no mínimo, 2 dias inteiros APENAS para Milão. E aí, se você for fazer passeios nas proximidades usando a cidade como base para dormir, vá acrescentando mais dias.
Eu amei Bréscia, Bérgamo e Verona, além do tour para o Lago Como.
Internet na Europa
Para conseguir usar o mapa para me deslocar entre um ponto turístico a outro, assim como consultar informações e ingressos, foi vital ter internet no celular durante a viagem.
E a internet que sempre uso nas minhas viagens internacionais é da Holafly.
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Eu expliquei tudo sobre como funciona e como instalar o eSIM neste outro post do blog.
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